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Fundação ADFP reage à morte de António Arnault

“Como se fosse um irmão mais velho”

A morte do Dr. António Arnaut, antifascista e combatente da liberdade, conhecido como o “Pai” do Serviço Nacional de Saúde, e que era membro do Conselho de estratégia da Fundação ADFP, suscitou a viva reação de Jaime Ramos, presidente do Conselho de Administração, que o considera “como se fosse um irmão mais velho”.

“O Dr. António Arnaut foi uma das personalidades mais importantes da região e consciência moral que faz falta no país e no PS. Conheci-o na década de setenta, na qualidade de adversário ideológico e partidário”, referiu Jaime Ramos.

“Na década seguinte passei a ter elevada consideração, respeito, admiração e afeto, como se pode construir por um irmão mais velho”, acrescentou.

“Como membro do Conselho de Estratégia da Fundação ADFP, que integrou a meu pedido, concedeu-me opiniões sábias. Deu-me ainda a honra de ter escrito o posfácio do meu livro “Deus Natureza”.

“Portugal e a ética – concluiu - ficaram mais pobres com o seu falecimento”.

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