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Fundação ADFP, contas 2021, a mais eclética e inclusiva organização nacional

A Fundação ADFP é uma Instituição de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, que associa às suas atividades de assistência social, saúde, educação, formação profissional, cultura, desporto, investimentos na agricultura e turismo com propósito.

19 Abril 2022 | Social

A Fundação ADFP é uma Instituição de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, que associa às suas atividades de assistência social, saúde, educação, formação profissional, cultura, desporto, investimentos na agricultura e turismo com propósito. 

O universo da Fundação engloba as empresas Hotel Parque Serra da Lousã, em Miranda, Conimbriga Hotel do Paço, em Condeixa e Letras Exímias que gere o St. Paul’s School em Coimbra. Ainda é sócia da D’Natureza, uma pequena saboaria artesanal. Na agricultura é conhecida por vinhos premiados internacionalmente com as marcas Rabarrabos e Monte Isidro. 

As organizações da Fundação ADFP tiveram em 2021 receitas no valor de 13 milhões é 845 mil euros, com um resultado líquido de 733 mil. 

A Fundação suportou uma massa salarial de 6 milhões e 526 mil euros. 

Recebeu em subsídios para prestar cuidados a crianças, mulheres, idosos, pessoas com deficiência e doença mental de 5 milhões e 85 mil € e pagou ao Estado em impostos e taxas 1 milhão e 535 mil euros. 

Em 2021 á Fundação investiu 1 milhão e 656 mil euros na conclusão do Hospital de Miranda, na construção da Residência Bondade para pessoas com doença mental, habitação em Penela, terrenos em Coimbra, sala de eventos e SPA no Conimbriga Hotel do Paço. 

A Fundação com quase 500 trabalhadores (cerca de 800 colaboradores incluindo voluntários) é uma das fundações particulares nacionais que mais cria emprego. 

A instituição aposta na integração laboral de pessoas com deficiência e/ou doença mental assumindo-se como a mais inclusiva e eclética organização nacional. 

Sendo uma das mais inovadoras IPSS, e apostando numa elevada autonomia financeira, assume-se como independente de orientações políticas ou religiosas, o que faz com que enfrente sistemáticos obstáculos por parte de organismos do Estado. Os casos mais conhecidos são a “birra” governamental contra a abertura do Hospital de Miranda e a perseguição judicial por ter construído o Templo Ecuménico Universalista, um monumento de homenagem às vítimas dos fundamentalistas e que promove a tolerância, o respeito pelo outro, assente na liberdade de crer e de não crer. 

Todos os dirigentes da Fundação, quase 40 nos diferentes órgãos estatutários, são voluntários “pro bono”, sem qualquer tipo de remuneração ou prémios. 

A instituição, com 34 anos, foi fundada pelo Dr. Jaime Ramos, presidente do conselho de administração. 

Mais importante do que analisar as contas é referir o impacto humano da Fundação. 

Em 2021 a soma de utentes sociais, saúde, educação, cultura, colaboradores e clientes da área do turismo envolveu 70 mil pessoas. 

Em 31 de dezembro residiam na instituição 427 pessoas, durante o ano 636 residentes, crianças, jovens, mulheres vítimas de violência, sem abrigo, refugiados, idosos, deficientes e doentes mentais. 

No último ano a instituição serviu 27 mil 983 refeições a pessoas pobres ou sem abrigo. 

As diversas valências sociais tiveram 1 mil 590 utentes regulares ao longo dos 12 meses. 

São números que mostram o enorme impacto social de uma organização que investe com bondade em pessoas. 

Segue o lema de descobrir talentos em pessoas especiais, deficientes ou doentes mensais apostando na sua integração laboral

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