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Fundação ADFP assina Carta Portuguesa para a Diversidade

Reconhecimento no âmbito das boas práticas no emprego

A Carta para a Diversidade é uma iniciativa da Comissão Europeia, e um instrumento criado com o objetivo de encorajar os empregadores a implementar e desenvolver políticas e práticas internas de promoção da diversidade. Ela descreve medidas concretas que podem ser tomadas para promover a diversidade e a igualdade de oportunidades no trabalho, independentemente da origem cultural, étnica e social, orientação sexual, género, idade, caraterísticas físicas, estilo pessoal e religião.

A Fundação ADFP é uma das 5 organizações do distrito de Coimbra, e das 155 a nível nacional, a grande maioria empresas, que deram provas desse compromisso e assinaram a Carta Portuguesa para a Diversidade.

Está a ser criada uma plataforma ao nível Europeu entre organizações que implementam e promovem cartas para a diversidade, que permitirá intercâmbios regulares entre promotores das diferentes cartas, para partilha de experiências e ferramentas.

 

Fundação ADFP reconhecida como Marca Inclusiva

Recordamos que em julho, a Fundação ADFP foi notificada, pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, de que preenche todos os requisitos para ser considerada uma entidade empregadora inclusiva.

Para a atribuição deste estatuto contribuíram os números da Fundação ADFP, nomeadamente na empregabilidade, e em especial em grupos com desvantagem e que habitualmente não têm lugar no mercado de trabalho regular.

 

Os números da Fundação ADFP

Em 2017 a Fundação ADFP conta com um total de 826 colaboradores:

343 trabalhadores, 15 estagiários e 33 contrato emprego-inserção

66  prestadores de serviço

69 formandos em formação profissional

89 utentes em núcleo de atividades ocupacionais e fórum sócio ocupacional para pessoas com deficiência ou doença mental

76 voluntários recebendo prémio de bolso para pequenas despesas

135 voluntários em regime total de gratuitidade

 

 

 

Diversidade e Inclusão | Arca de Noé

Política de empregabilidade que privilegia o emprego de pessoas com necessidades especiais, e que habitualmente não têm lugar no Mercado de trabalho regular.

39% dos colaboradores têm deficiência/doença crónica, 18% são do quadro, alguns a desempenhar funções de topo na Contabilidade, Gestão, Serviço de Pessoal, Economato, Secretariado…

Política de promoção de uma vida socialmente útil; todos os utentes, logo que reunidas as condições de saúde e segurança, são colocados em ocupação com funções ajustadas às suas competências, remunerados de acordo com o trabalho prestado e fazendo parte do quadro de colaboradores.

Política de natalidade, todos os colaboradores, mãe ou pai, recebem 500 a 1000 euros por filho nascido.

5% dos colaboradores são imigrantes ou de minorias étnicas.

Parceria com o Governo da Guiné e a UNDEMOV – Associação Nacional de Deficientes Motores e Vítimas de Guerra, acolhendo e facultando Formação a 5 adultos provenientes da Guiné.

Construção do Templo Ecuménico Universalista, um espaço de tolerância e respeito pelas diferenças, aberto a todas as religiões, crentes ou não crentes. Espaço de acesso livre a todos os colaboradores e utentes da organização.