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Ao poeta António Amaral, colaborador da Fundação ADFP

Prémio Nacional de Poesia Diógenes atribuído

António Amaral Tavares já publicou dois livros de poesia, mas foi o segundo “Talvez seja essa certeza” (Medula, 2014) que o catapultou para a ribalta, tendo com ele ganho o prémio Nacional de Poesia Diógenes atribuído pela Revista Cão Celeste (1500€) para livros publicados em 2014, que dentro de dias receberá em Lisboa.

Colaborador do gabinete de Engenharia e Património da Fundação ADFP, António Amaral é uma pessoa discreta, nos antípodas dos holofotes da celebridade, muito embora tenha “gostado” do prémio, cujo valor pecuniário “também dá jeito”, diz.


António Amaral estudava matemática quando uma doença crônica o impediu de concluir o percurso académico. A Fundação ADFP tem como lema não diagnosticar deficiências individuais mas valorizar talentos.

Sobre a sua poesia António Amaral, que reside em Coimbra, afirma que “tento ser conciso, evitando o sentimentalismo fácil”, e “falo muito da morte, que é uma das minhas preocupações”.

António Amaral não quis alongar-se muito sobre o livro, mas remeteu-nos para uma crítica de Manuel de Freitas, também ele poeta, na revista do Expresso, que fala do seu primeiro livro, “Trabalhos de Vidro”, publicado em 2012 (Palimage), como um “conjunto de poemas desigual mas aliciante”, e sobretudo da obra premiada:

“O autor conseguiu libertar-se do peso algo excessivo de referentes culturais e obrigar os seus versos a uma intensa concisão”, escreve o crítico, citando o poeta:

“A sujidade das palavras/ revela-se no tronco duro do silêncio//descobre-se na orla da ferida”.

A Fundação ADFP felicita o poeta António Amaral a e agradece ao colaborador a sua criatividade e dedicação. A Fundação ADFP sabe que a sua cultura organizacional, traduzida no lema "investimos com bondade em pessoas", só é possível graças às qualidades dos seus colaboradores.

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