Animação de loading

apresenta queixa ao Conselho Geral da Magistratura, Ministra da Justiça, Primeiro-Ministro e Presidente da República e promove conferência de imprensa

Fundação ADFP indignada com Juíza do Tribunal de Trabalho

A Fundação ADFP teve fortes suspeitas que uma trabalhadora de uma Residência teria agido com violência infringindo maus tratos a uma idosa.

Perante a suspeita a trabalhadora foi suspensa para prevenir situações semelhantes.

Foi feito um inquérito e um processo disciplinar onde se concluiu que a trabalhadora tinha agredido com violência e que também teria agido mal perante, pelo menos, outra residente.

A Fundação ADFP, defende que os seus colaboradores devem prestar cuidados de qualidade técnica adequada aos residentes, mas também agir com humanismo e bondade, com absoluto respeito pelas pessoas fragilizadas.

Na defesa de superiores interesse dos residentes, muitos deles muito dependentes ou incapazes de se defenderem, confirmando-se as atitudes violentas da trabalhadora, a Fundação ADFP despediu-a invocando justa causa.

Foi a primeira vez que uma situação semelhante se verificou nos 26 anos de vida da ADFP, que conta com centenas de trabalhadores.

A ADFP considera que era necessário não só punir a trabalhadora, salvaguardando os superiores interesse dos utentes indefesos, como agir de forma exemplar, prevenindo atitudes indignas e violentas por parte de outros trabalhadores.

Infelizmente em tribunal de trabalho a Senhora Juíza Dr.ª Amália Morgado, condenou a Fundação ADFP a pagar uma indemnização à trabalhadora despedida.

O Tribunal de Trabalho, com esta sentença, pôs-se ao lado da trabalhadora, que agrediu utentes com violência física e verbal, em vez de defender o respeito e a não-violência perante pessoas indefesas.

Tornamos público a nossa indignação.

A trabalhadora que atue com violência não pode receber um prémio.

A organização que defende indefesos não pode ser punida.

Recordamos que os utentes com deficiência motora, residentes na ADFP, se manifestaram, no decorrer deste julgamento, contra as ilegalidades cometidas pelo Tribunal de Trabalho de Coimbra, no domínio das acessibilidades.

O Tribunal de Trabalho de Coimbra é uma organização fora da lei, que viola princípios fundamentais do direito, não respeitando as pessoas com deficiência.

Não queremos acreditar em bruxas… mas que as há, há.

Neste caso há uma terrível coincidência.

A organização que defende o respeito pelos indefesos, que luta pelo direito das pessoas com deficiência motora, foi condenada por uma Senhora Juíza que trabalha num tribunal de trabalho, que não respeita os mais frágeis, que exclui e marginaliza as pessoas com dificuldades motoras.  

A Fundação ADFP sabe que a justiça em Portugal está transformada num jogo de azar que uma vez dá cara e outra coroa.

A Fundação ADFP sabe que pode vir a ser prejudicada por denunciar estas situações.

A Fundação ADFP também sabe que nenhum poder, incluindo o judicial, pode estar acima da Lei ou mesmo fora da lei como acontece no Tribunal de Trabalho de Coimbra.

Convidamos a Comunicação Social para uma conferência de imprensa a realizar na quinta-feira dia 21 de Agosto pelas 11h 30m no Parque Biológico da Serra da Lousã.

Nessa conferência responderemos às perguntas dos jornalistas.

Comentários