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Vinha da Fundação ADFP é novamente furtada

Imunidade dos ladrões prejudica o desenvolvimento económico 

21 Fevereiro 2020 | Atividade Agroflorestal, Fundação ADFP

Dois anos após o primeiro roubo da vinha nova da Fundação ADFP, esta semana a vinha foi vítima de um roubo com proporções maiores. Foram roubados 56 postos metálicos e 350 metros de arame.

A vinha está a ser alvo de trabalhos de requalificação que sofreram prejuízos com este roubo.

A Fundação pretende produzir vinhos de grande qualidade que sejam uma referência na região e valorizem as produções da área dos calcários de Sicó. Já em 2018 colocou a venda em garrafas de 75cl o vinho tinto Terra Solidária da colheita de 2016 e o Terras de Lamas em boxes de 5l. Mais recentemente lançou o vinho tinto 2017 Rabarrabos que foi duplamente medalhado com medalha de Ouro, uma delas num concurso internacional de Itália; o primeiro espumante certificado Terras de Sicó – Aldeias do Xisto e um vinho licoroso – Paixão Natural.

A Fundação possui uma adega com capacidade para 100 mil litros ano. Os atuais responsáveis pela produção agrícola da ADFP são Daniel Fernandes e Gonçalo Moura da Costa – enólogo residente.

Este segundo roubo revela que os assaltantes agem com impunidade transmitindo a sensação que as autoridades não investigam adequadamente estes roubos.

No Interior, onde os empresários agrícolas enfrentam imensas dificuldades, a impunidade sentida pelos ladrões é mais um fator a somar-se as intempéries naturais e incêndios, levando a desistência de empreendedores.

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