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Partido Democrático Republicano de Marinho Pinto visitou Hospital Compaixão

Não se compreende o desinvestimento na saúde e que esta obra ainda não funcione

01 Outubro 2019 | Visitas, Fundação ADFP

O líder do Partido Democrático Republicano, Marinho Pinto, proferiu estas palavras, logo após a visita ao novo Hospital Compaixão, da Fundação ADFP de Miranda do Corvo, na qual se fez acompanhar por dois candidatos a deputados por Coimbra, a cabeça de lista Susana Naia e o 1º suplente Vítor Simões, para além de dois militantes desta formação partidária, dia 24 de Setembro.

A visita ao Hospital, antecedida de uma ida ao secretariado, que teve cobertura mediática televisiva (RTP), demorou cerca de hora e meia, tendo como cicerones o Diretor Executivo, Rui Ramos, e o gestor Hospitalar Carlos Felipe, para além de Andreia Antunes, dando-se depois o reencontro de amigos, entre Jaime Ramos e Marinho Pinto.

Foi à partida, já no Hall, que Marinho Pinto e Jaime Ramos falaram à imprensa:

“Sinceramente não se compreende o desinvestimento [do Governo] na saúde e que uma obra desta importância ainda não esteja a funcionar. Quero prestar aqui a minha homenagem ao criador desta obra, o Dr. Jaime Ramos. O Governo tem que agir, não pode haver preconceito ideológico numa questão prioritária como a saúde”.

“A Fundação não é do privado que visa o lucro, é sim do sector particular social solidário, não é para o lucro, saídos são para reinvestir”, concluiu.

Jaime Ramos confirmou que “ter um acordo com ARS (Administração Regional de Saúde) é importante para permitir o acesso aos utentes do SNS. Salientou que nos acordos de cooperação com o sector solidário o estado poupa 10%, ou seja, o SNS só paga 9 e trata 10 doentes.

“Por outro lado, não se percebe porque é que a população do Pinhal Interior Norte tem de continuar a ir para Coimbra quando podemos ter aqui cuidados continuados de convalescença, meios auxiliares de diagnóstico, consultas de especialidade e cirurgias quando aqui têm um hospital novo”. “Não basta falar de ajudar o interior se o Estado insistir em não criar serviços de proximidade, melhorando a acessibilidade das pessoas aos cuidados de saúde.”