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II Presépio Vivo inaugurado ao sol e ao som do acordeão

Parque Biológico da Serra da Lousã

O II Presépio Vivo do Parque Biológico da Serra da Lousã, com mais de 40 figurantes de valências da Fundação ADFP, de Miranda do Corvo, foi inaugurado ao fim da manhã de dia 6 de Dezembro, com sol e ao som do acordeão.

No concorrido evento, além do anfitrião, Jaime Ramos, presidente do Conselho de Administração da Fundação ADFP, estiveram presentes a vice-presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, Ana Gouveia, e João Quaresma, do Turismo do Centro.

Trata-se de um presépio com figurantes do Centro de Apoio Ocupacional e Formação Profissional da Fundação, na sua maioria portadores de deficiência ou doença mental, e tendo também animais da agro-pastorícia tradicional, como o burro, as ovelhas, a cabra. Tudo isto num espaço em frente ao picadeiro coberto, onde se encontram os estábulos dos cavalos e os currais das vacas de raças autóctones. Em frente ao presépio, uma grande fogueira, onde as pessoas se resguardam do frio e a água aquece nas panelas.

A Senhora do Ó ou Senhora da Conceição, grávida, lá está no estábulo, ao lado de São José, a manjedoura coberta de palha, ainda vazia até à noite de dia 24, data do nascimento do Menino Jesus, tornando-se Nossa Senhora no dia 25. No dia 25 a mulher grávida sai de cena após ter dado à luz um “verdadeiro” bebé Menino Jesus. O presépio estará patente aos visitantes todos os dias das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00, que na tenda dos Aconchegos de Natal poderá provar iguarias regionais como a chanfana ou o bucho recheado, caldo verde, regados com vinho a copo, e os habituais doces natalícios que se fazem acompanhar por geropiga.

O presépio estará patente até ao dia 6 de Janeiro, encerrando com a visita dos Reis Magos ao Menino Jesus.

Ana Gouveia referiu ter “gostado muito do presépio e da sua envolvência, considerando-o bonito e apelativo e que certamente vai atrair muita gente”. A vice-presidente do município, teve a agradável surpresa de encontrar entre os figurantes alguns dos seus antigos alunos na ARCIL da Lousã.

Já João Quaresma, do Turismo do Centro, considerou-o “muito interessante, sobretudo na perspectiva da integração dos utentes com deficiência ou doença mental, que oferece aos visitantes mais motivos para virem ao Parque, complementando a sua oferta turística”.

“O Parque Biológico da Serra da Lousã já tem uma posição de destaque no turismo, trazendo gente ao território e conseguindo dinamizá-lo turisticamente”, concluiu.

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