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Houve reflorestação florestal no Parque Biológico da Serra da Lousã

Contra o nemátode-da-madeira-do-pinheiro

Face ao seu despovoamento florestal devido ao nemátode-da-madeira-do pinheiro, o Parque Biológico da Serra da Lousã organizou uma reflorestação aberta à comunidade, integrada nas comemorações dos 26 anos de vida da Fundação ADFP, em Novembro.

Participaram na ação membros dos POC (Programas Ocupacionais), formandos do curso de Operadores Agrícolas, crianças e adolescentes da Fundação, dois visitantes do parque e um grupos de 23 amigos da "Geração de 70", que plantaram 50 árvores de espécies autóctones.

Para além do Pinheiro (Pinus pinea), claro, também se plantou Medronheiro (Arbutus unedo), Loureiro (Laurus nobilis), Folhado (Viburnum tinus), Castanheiro (Castanea sativa) e Carvalho (Quercus faginea).

Simbolicamente escolheram-se nomes para as árvores plantadas, com os POC e os formandos Operadores Agrícolas a batizarem duas, respectivamente com os nomes de Paz e Solidariedade e as crianças e adolescentes a batizarem uma com o nome de Protegida, enquanto os "Geração de 70" apelidaram outra de Geração 70, tendo finalmente os dois visitantes, Xana Rosinha e Nuno Simões, batizado uma tendo como nome Liberdade.

Coordenaram esta bem sucedida iniciativa, Pedro Faria, Margarida Rodrigues e Ana Maria Rodrigues.

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