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Fundação ADFP sobe salários a todos os colaboradores!

Aumento generalizado de 40€ mensais custarão cerca de 350 mil euros.

18 Fevereiro 2022 | Fundação ADFP

A Fundação ADFP vai aumentar o salário dos seus colaboradores em 40€ mensais. Os salários acima de 1400€ subirão 0,9%. 

A medida vem como resposta à subida do salário mínimo nacional que criou uma situação de injustiça para trabalhadores com formações e responsabilidades diferentes. 

A IPSS sediada em Miranda do Corvo avançou assim antes de qualquer orientação da CNIS, sindicatos e governo ou de qualquer atualização de Contratos Coletivos de Trabalho nos vários sectores em que está inserida: social, saúde, educação, cultura, agricultura e turismo.  

A medida aplica-se a todos os colaboradores no universo da Fundação ADFP e junta-se a outras medidas pró colaboradores já em vigor na instituição (apoio financeiro mínimo de 700€ à natalidade, dia do mês para necessidades pessoais, horário adaptado às necessidades familiares, condições vantajosas para colaboradores nos serviços da instituição, cartão amigo ADFP com dezenas de descontos no comércio local, etc.).

A ADFP é hoje uma das grandes empregadoras da região com mais de 500 colaboradores e é uma das maiores - senão a maior - empregadora nacional de pessoas com algum tipo de deficiência, doença mental ou incapacidade.  

A Fundação assume-se como a organização mais eclética e inclusiva a nível nacional. 

Num universo de 500 trabalhadores a medida exige cerca de 349.300. O Estado apropria-se de 97.300€ de TSU e ainda irá posteriormente cobrar IRS aos trabalhadores. 

Jaime Ramos, Presidente da Fundação ADFP é responsável pela apresentação da ideia ao Conselho de Administração diz “tratar-se de uma medida justa que visa ultrapassar a injustiça provocada pelo aumento do salário mínimo em 40€ sem mexer nos restantes salários. É crucial existir um mínimo de diferenciação salarial dentro do país e nas organizações”.  

Recordamos que a Fundação cumpre sempre as tabelas salariais e os direitos dos trabalhadores, concedendo algumas benesses acima do estritamente legal.  

Portugal enfrenta um grave problema salarial com redução excessiva de diferenciação nas tabelas salariais, que não premeiam competências e baixam o salário médio.  

A Fundação lamenta esta situação e aspira por decisões políticas e tabelas salariais, que corrijam injustiças e premeiem o mérito individual.