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Presidente da Câmara de Penela após visita ao Hospital Compaixão da Fundação ADFP

As pessoas não percebem. Eu Não percebo porque continua fechado “ palavras do Presidente da Câmara de Penela após visita ao Hospital Compaixão da Fundação ADFP “É inacreditável termos esta unidade hospitalar que por motivos desconhecidos e incompreensíveis ainda não está ao serviço das pessoas ”

27 Janeiro 2020 | Social, Saúde Mental

 

A convite de Jaime Ramos, presidente do Conselho de Administração da Fundação ADFP, o presidente da Câmara Municipal de Penela, Luís Matias, após a visita referiu que o que mais o impressionou, “foi o facto de termos uma unidade hospitalar pronta a contribuir para a melhoria das condições de vida e de saúde na região que, por motivos desconhecidos e incompreensíveis não está ainda ao serviço das povoações”.

No decorrer da visita foi salientado o tratamento discricionário pelo Estado que prejudica o interior e o condena á pobreza. No caso da Saúde a ARS suporta os hospitais nos concelhos mais ricos do litoral: Anadia, Mealhada, Cantanhede, Figueira e Pombal. No Pinhal Interior só apoia Oliveira do Hospital e recusa cooperar com Miranda do Corvo negando às pessoas o direito à saúde em igualdade com o litoral.

“Este tipo de infraestruturas são muito importantes também no atracão de pessoas e de outros investimentos fundamentais no desenvolvimento das nossas regiões, particularmente nos concelhos que estão em perda demográfica e que precisam de criar maior atratividade”, acrescentou.

Luís Matias formulou o desejo que, “independentemente dos preconceitos e opiniões divergentes que possamos ter no exercício de cargos públicos, em primeiro lugar devem estar as pessoas, esperando que o bom senso e a gestão rigorosa e racional dos nossos recursos, permita num curto espaço de tempo que os nossos concidadãos possam beneficiar de todos os serviços do Hospital Compaixão com equipamento de ponta”.

“Há um investimento neste concelho importante para a melhoria da saúde das pessoas razão para o Estado fazer acordos. O Estado tem de assumir responsabilidades, direta ou indiretamente na gestão para que o Hospital possa funcionar”, disse ainda.

“Na nossa região não se compreende nem se pode aceitar que sejam criadas respostas nas áreas da saúde e sociais, altamente deficitárias, e que o Estado não assuma a sua responsabilidade. As pessoas não compreendem e eu também não”, concluiu.

O Hospital já foi visitado pelos Presidentes de Câmara de Condeixa, Poiares e Penela que reconheceram o interesse para a Região e a necessidade do Ministério da Saúde assinar os devidos acordos de cooperação.

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