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Parque Biológico da Serra da Lousã | Animal do mês de Outubro – Bufo pequeno

O novo habitante do Parque Biológico é a espécie do mês de Outubro – O Bufo-Pequeno!

01 Outubro 2020 | Turismo, Ambiente

 

O bufo-pequeno (Asio otus), como o próprio nome diz apresenta um tamanho inferior ao Bufo-Real (Bubo bubo), uma das maiores aves de rapina noturna da Europa! É uma ave de rapina noturna, que apresenta uma cabeça com disco facial completo de cor castanha, uns grandes e chamativos olhos cor de laranja e uns caracteristicos tufos por cima dos olhos. As suas vocalizações são poucos frequentes mas, quando vocalizam o som assemelha-se ao “bufar”, dando origem ao seu nome.

Distribui-se por todo o território nacional e pode ser observado durante todo o ano. Durante a época de reprodução e crescimento das crias, frequenta sobretudo zonas arborizadas ou bosques. No Inverno é mais comum de ser encontrado em zonas e terrenos agrícolas.

O exemplar que agora habita o Parque Biológico é uma espécie irrecuperável, ou seja, que não consegue sobreviver na Natureza sozinha novamente, tal como acontece com as restantes aves e outras espécies que habitam o Parque. Esta espécie foi entregue pelo Centro de Recuperação de Montejunto.

Afirmando-se com uma das principais atrações turísticas da região, o Parque Biológico forma, em conjunto com o Ecomuseu Espaço da Mente e o Templo Ecuménico Universalista, o Trivium. O conjunto conta já com mais de 300 mil visitantes.

O Parque Biológico integra ainda a Quinta Pedagógica, uma zona museológica e o labirinto de árvores de fruto. Durante a visita podem ser observadas várias espécies de aves de rapina, ursos pardos, linces, lobos, raposas, javalis, veados, entre muitos outros animais. O principal objetivo do Parque é a promoção da biofilia e a sensibilização dos seus visitantes para a biodiversidade existente no país e para os fatores que ameaçam a sua sobrevivência.

Propriedade da Fundação ADFP (FADFP), instituição de solidariedade social sem fins lucrativos com sede em Miranda do Corvo, estes investimentos seguem uma lógica de integração e cerca de 70% dos trabalhadores sofrem de algum tipo de doença, deficiência física ou mental. A instituição apoia mulheres/ mães em situação de pobreza, crianças, jovens e adultos com deficiência ou doença mental, idosos doentes em fim de vida, refugiados, pessoas “sem-abrigo”. A FADFP tem vindo a investir nas áreas do turismo e agricultura contribuindo para o desenvolvimento regional e para a sustentabilidade das suas atividades sociais.

Localizado a menos de 20 minutos da cidade de Coimbra e da belíssima aldeia do Gondramaz, o Parque Biológico é servido por uma unidade Hoteleira – o Hotel Parque Serra da Lousã, e também pelo Restaurante Museu da Chanfana. Junto ao Parque existe também uma Loja de Artesanato.