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Fundação ADFP assinalou o Dia da Saúde Mental

Com caminhada e lanche animado com música ao vivo

A equipa técnica de reabilitação da Fundação ADFP, no âmbito do Dia da Saúde Mental, realizou uma caminhada com utentes, monitores e técnicos, à Quinta da Paiva, seguida de lanche animado com música ao vivo, dia 10 de outubro.


A iniciativa pretendeu reunir todos os intervenientes, num clima de bem-estar, que fomente as boas práticas e valorize o espírito de grupo e de entreajuda. Neste sentido é importante proporcionar aos utentes oportunidades que estimulem o seu desenvolvimento, o crescimento pessoal e o fortalecimento da auto-estima, combatendo o preconceito individual e/ou social tendo como base a reeducação dos valores.


Nas valências da deficiência e doença mental, são apoiadas cerca de 350 pessoas em residências, atividades ocupacionais e de formação profissional.


Este dia visa chamar a atenção pública para a questão da saúde mental global, e identificá-la como uma causa comum a todos os povos, ultrapassando barreiras nacionais, culturais, políticas ou sócio-económicas. Combater o preconceito e o estigma à volta da saúde psicológica é outro dos objetivos da efeméride, criada em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental (World Federation for Mental Health).


A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a saúde mental uma prioridade e defende que a questão da saúde mental não é estritamente um problema de saúde.


Neste dia realizam-se colóquios para se encontrar soluções para os problemas relacionados com a saúde mental e coordenar esforços na luta contra esta realidade. O tema do Dia Mundial da Saúde Mental é: "Dignidade na Saúde Mental: Primeiros Socorros de Saúde Mental e Psicológica para Todos".


A depressão é a segunda causa de incapacidade na União Europeia. As doenças mentais e, particularmente a depressão, são o fator de maior risco de suicídio.


Um estudo da Direção Geral de Saúde mostra que Portugal lidera a lista dos países europeus com maior número de casos de perturbações mentais. Os mais afetados são as mulheres, quando se comparam os sexos, e as pessoas com menos educação e dinheiro, quando o critério é a posição social. Em Portugal existem perto de 100 mil doentes com esquizofrenia.

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