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Congregação Politeísta com ritual no Templo Ecuménico

Ramo depositado na Ara do Endovélico e honrados vários Deuses

A Congregação Politeísta PFI veio cumprir o seu ritual, no âmbito do Solstício de Verão, ao Templo Ecuménico Universalista de Miranda do Corvo, depositando no exterior um ramo na Ara do Endovélico (antigo Deus dos Lusitanos), e no interior, com um pouco de incenso, honrar o Deus Solar Egípcio Atum-Ra, dia 24 de junho.

As 33 pessoas da Congregação Politeísta PFI chegaram ao templo pelas 11h00, começando o rito meia hora depois, com uma duração de hora e meia.

Como politeístas, honraram vários Deuses solares, e por isso a cerimónia em si desenrolou-se em 3 espaços diferentes, de forma sucessiva.

 O espaço com “a ara ao Endovélico, Divindades Ibéricas, espaço onde teve início a cerimónia, com uma libação aos Deuses Ibéricos, para que fossem propícios à cerimónia que iria ter lugar; o espaço entre as colunas, onde foram abertos os portais dos céus e honrados os Deuses de cariz solar, de várias culturas e civilizações, espaços e tempos, com incenso e preces; e o interior da Pirâmide, onde honraram com um pouco de incenso, o Deus solar egípcio Atum-Ra, assim como uma libação, que constou em verter um fio de água sobre a pedra sagrada, que se encontra no interior da Pirâmide, símbolo da colina primordial (Benben) que surge das águas primordiais do Nun, à qual Atum subiu, quando das águas primordiais emergiu”, refere a Congregação Politeísta.

“Com as águas da entrada da Pirâmide a correrem em contínuo, durante a cerimónia, manifestou-se melhor o simbolismo das águas primordiais e, correspondentemente, o poder de Nun manifestado, dando "corpo" e efetividade ao momento”, acrescenta.

O rito evoluiu pelos diversos espaços circundantes, terminando ao zénite na pirâmide, e finalizando com “a bênção da Terra, junto ao Cruzeiro, símbolo das 4 direções do mundo”, para os politeístas. 

 Jaime Ramos, que a Congregação Politeísta PFI convidou a assistir enquanto “construtor do templo e médico” esteve presente na cerimónia. Para Jaime Ramos, defensor da liberdade de crer e de não crer, com estas cerimónias o Templo revela a sua contribuição para criar um clima de paz entre os Homens, assente na Tolerância e respeito pelos diferentes.

 

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