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Assédio moral e abuso de poder sobre o Templo Ecuménico

30 Outubro 2022 | Turismo, Fundação ADFP

A Fundação ADFP foi surpreendida por nós últimos dias fiscais da CCDRC (Comissão Coordenação da Região Centro) e da Câmara Municipal de Miranda terem feito fiscalizações ao Templo Ecuménico Universalista.

As obras foram autorizadas por despacho do Governo em 2013, iniciadas em 2015 e inauguradas em 2016 pelo Senhor Ministro da Administração Interna. O Templo é uma obra legal com licença de utilização.

Desde o início das obras múltiplas organizações públicas têm agido contra a obra do Templo Ecuménico.

Recentemente um Tribunal condenou a Fundação ADFP e o seu presidente por terem construído uma obra, legal com licença de utilização, e arrancado eucaliptos para plantar romãzeiras, oliveiras, cerejeiras e medronheiros!

Depois da sentença injusta e persecutória, que a Fundação considera baseada numa aliança entre o sectarismo partidário, o fundamentalismo administrativista e o obscurantismo religioso, serviços do Estado continuam a fiscalizar o Templo.

Esta atuação concertada de fiscalização do Templo indicia abuso de poder e assédio moral visando atemorizar a Fundação e os seus dirigentes.

A Fundação exige que a CCRC e a Câmara Municipal de Miranda do Corvo informem a opinião pública sobre o que pretendem com esta “vigilância“ de continua fiscalização do Templo.

O Templo, que visa promover a tolerância e o respeito sobre os diferentes, defendendo a liberdade de crer ou de não crer, exige saber porque é perseguido e odiado.

Consideramos que a comunicação social, em defesa da democracia, fiscalizando os abusos de poder, deve exigir respostas á CCRC e a Câmara Municipal.

Em Miranda, como noutros concelhos, há muitas obras ilegais, algumas embargadas, e bairros inteiros com construções clandestinas. Qual a razão desta obsessão sobre o Templo e a Fundação ADFP?

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