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Desde a lontra ao cavalo passando pelo lince, a escolha é vasta

Parque Biológico da Serra da Lousã promove apadrinhamento de animais

06 Fevereiro 2014

Vários animais têm sido apadrinhados no Parque Biológico da Serra da Lousã, em Miranda do Corvo, desde a sua abertura em Junho de 2009, permitindo a padrinhos e madrinhas acompanharem de perto os seus “afilhados”, num gesto de solidariedade que ajuda a preservar a fauna e flora portuguesas e contribui para a sustentabilidade financeira deste projecto social.

O leque de escolha tem sido vasto, desde o furão Biko ao muflão Jojó, da lontra Inês ao lobo William, todos apelidados de acordo com o gosto dos seus padrinhos ou madrinhas.
O apadrinhamento tem um custo de 60 € (sessenta euros) anuais, recebendo os padrinhos, um comprovativo da sua generosidade e um livre-trânsito que lhes permitirá visitar o parque e observar o animal que apadrinharam sempre que o desejarem.

Para além desta iniciativa o parque promove, ainda, a oferta de bilhetes grátis aos aniversariantes, tendo já oferecido mais de duas centenas de entradas desde que abriu, bastando que o visitante apresente o seu bilhete de identidade no dia do seu aniversário na bilheteira do Centro de Informação.
A Fundação ADFP, proprietária do Parque Biológico da Serra da Lousã, relembra que "só com o apoio de cada um, este projecto poderá vingar, dando credibilidade à verdadeira preservação das nossas espécies e da nossa identidade nacional".

O Parque cria emprego e actividades ocupacionais para pessoas vítimas de deficiência, doença mental e/ou exclusão social, num inovador projecto de integração social, premiado a nível nacional e internacional.

O Parque Biológico da Serra da Lousã é já um local de visita obrigatória para todos os amantes da natureza de Portugal, preocupados com a sustentabilidade do território e a sua coesão social, local onde se pode observar e estudar a Vida Selvagem de Portugal em ambiente natural.
Ao apadrinhar um dos muitos animais do Parque, está a envolver-se numa causa nacional e a lutar para preservar o que é genuinamente português.

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