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BIODIVERSIDADE E COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL Fundação ADFP anuncia novas acções
A Fundação ADFP anunciou em conferência de imprensa, segunda-feira, dia 4, novas acções visando aumentar o número de espécies autóctones que se encontram no Parque Biológico da Serra da Lousã, em Miranda, para uma maior biodiversidade, e a criação de mais emprego para pessoas com deficiência e doença mental, com a criação de um Museu já este ano e, futuramente, a construção de um hotel orçado em dois milhões de euros.
No Ano Internacional da Biodiversidade, a ADFP vai ampliar o fluviário e aumentar o número de répteis e anfíbios, sem esquecer o que está a fazer para incluir o lobo e o lince ibérico.
O presidente da Fundação, Jaime Ramos, anunciou também que o Parque Biológico vai promover sessões públicas mensais dedicadas a um animal selvagem, enquanto a bióloga do Parque, Ângela Cordeiro referia que das “44 mil espécies do mundo, 36% estão em vias de extinção”.
Neste Ano Europeu do Combate à Pobreza e exclusão Social, são já 70 as pessoas que, entre trabalhadores, funcionários, formandos e utentes das actividades ocupacionais, dão o seu contributo na Quinta da Paiva, onde se situa o Parque Biológico da Serra da Lousã, visitado já por sete mil pessoas, sem contar com os quinze mil utentes das piscinas ao ar livre. O objectivo futuro é o de aumentar as visitas para as trinta mil pessoas.
A partir de 6 do corrente vai haver uma replantação de pinheiros e a plantação de árvores folhosas, para uma maior biodiversidade. O Parque conta já com um Labirinto de Árvores de Frutos, único no mundo.
Para este ano está prevista a construção do Museu de Miranda, no qual se integrarão o Ecomuseu, o Museu da Tanuaria e as Oficinas de Artes e Ofícios.
Quanto ao hotel, que deverá aumentar o número de trabalhadores para 100, o orçamento andará à volta dos dois milhões de euros, esperando Jaime Ramos que o concurso seja lançado já este ano.
4 de Janeiro de 2010
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