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Visitou a sede da Fundação ADFP, Espaço da Mente e Parque Biológico da Serra da Lousã

Uma equipa do Pavilhão do Conhecimento e Programa Ciência Viva

Inês Oliveira, Diretora do Departamento Educativo e de Programação, e Sofia Lourenço, responsável pela Unidade de Serviço Educativo, constituíram a equipa que visitou a Fundação ADFP, a convite do seu presidente do Conselho de Administração, Jaime Ramos.

A visita, que teve como cicerones Jaime Ramos, Nancy Rodrigues (Gabinete de Imagem e Projetos) e Margarida Soares (bióloga do Parque), passou pelas valências do Centro Social Comunitário, Espaço da Mente e, depois de um almoço de trabalho no Restaurante Museu da Chanfana, o Parque Biológico, nomeadamente a Zona de Vida Selvagem.

“Não conhecia a Fundação mas apenas o Parque Biológico, como turista. Devo dizer que fiquei extremamente impressionada pela variabilidade que se encontra – afirmou Inês Oliveira – porque é extremamente difícil levar em frente um projeto que seja ao mesmo tempo inclusivo e diversificado nas várias frentes de ação”.

“É um excelente exemplo – prosseguiu – de como uma comunidade se pode construir e desenvolver em torno de um objetivo comum: a interajuda e cooperação que é visível quando se visitam as instalações”.

Outro aspeto que Inês Oliveira salientou foi “o de encontramos pessoas que muitas vezes chegam necessitadas de cuidados e acabam elas próprias cuidadores, mais um exemplo de humanidade”.

Inês Oliveira é também bióloga e é nessa qualidade que não pode deixar de notar o trabalho que tem sido feito no PBSL, onde já não vinha há dois anos.

“Mas o que eu sinto é o acolhimento por parte do pessoal e uma coleção de fauna extraordinários, que nos surpreende pelo próprio meio envolvente. Chamo a atenção para os elementos da cultura tradicional que vais encontrando ao longo do trajeto”, acrescentou.

Já em relação ao Espaço da Mente, Inês Oliveira considera-o “um espaço muito agradável porque conta uma história muito interessante sobre o desenvolvimento das gentes, com peças lindíssimas e tivemos muita sorte em sermos conduzidas por Nancy Rodrigues, que recolheu muitas delas”.

“A única coisa que gostaria de ver e ouvir são os testemunhos pessoais dos que fazem parte daquela história e as tornam tão singulares”, sugeriu.

Olhando o futuro, Inês Oliveira, falando em termos pessoais, considera “que o Parque apresenta condições para eventualmente se candidatar a um programa de financiamento mais diferenciado e que aposte na humanização e riqueza do espaço, associando-o a programas científicos, de ciência e Tecnologia”. Jaime Ramos considera importante a cooperação com a fundação ciência viva nomeadamente na orientação científica, com aposta na interatividade, e obtenção de financiamento.

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