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Visita do Centro Protocolar de Formação Profissional para o Setor da Justiça

Protocolo com a Fundação ADFP

Uma delegação do CPJ (Centro Protocolar de Formação Profissional para o Setor da Justiça), com sede em Lisboa, formada pelo coordenador Dr. Carlos Salgado e pela técnica da zona centro, Dr.ª Olga Vaz, visitou a Fundação ADFP, de Miranda do Corvo dia 3 de Março.

A visita ao Centro Social Comunitário sede, teve como cicerones as psicólogas Patrícia Fernandes e Andreia Antunes respetivamente responsáveis pela área da saúde mental e pela integração laboral de pessoas com necessidades especiais, acompanhadas do Eng.º Rui Ramos, membro do Conselho de Administração, que levaram os visitantes a conhecer as valências da instituição.

Logo após a visita, Carlos Salgado, coordenador do Centro de Qualificação do CPJ, que veio em representação da diretora Teresa Costa Santos, mostrou-se surpreendido pelo trabalho desenvolvido pela Fundação. O Coordenador afirmou estar “muito agradado, não estava à espera, embora tenha pesquisado na net, de encontrar todas estas valências”.

“Com esta visita a nossa intenção é de estabelecer um protocolo com a Fundação, que já entreguei ao Dr. Jaime Ramos, para colocarmos ex-reclusos ou jovens de Centros Educativos em estágios pós-formação”, acrescentou Carlos Salgado, que é também coordenador do Centro de formação de Alcoentre.

O CPJ tem como atribuições a promoção de atividades de formação para a valorização da população jovem ou adulta, a cargo dos serviços e organismos do Ministério da Justiça, com vista à sua integração na sociedade e no mundo laboral. Têm-se em conta as suas carências, motivações e aptidões, bem como as necessidades do mercado de trabalho.

Após ter conhecido o Espaço da Mente, Carlos Salgado e Olga Vaz, mediadora dos cursos Educativos e da Formação no EP de Coimbra e técnica do Centro de Qualificação do CPJ, almoçaram com o Dr. Jaime Ramos no Restaurante Museu da Chanfana, no Parque Biológico da Serra da Lousã onde foram abordadas várias hipóteses de futura colaboração.

A Fundação ADFP vai colaborar com os serviços do Ministério da Justiça porque os jovens merecem que a sociedade aposte na sua reabilitação e integração. Só uma educação para a cidadania associada a boa formação profissional permitirá que estes jovens venham a ter sucesso no mercado laboral e bem integrados na sociedade sendo fundamental a cooperação entre entidades governamentais e organizações sem fins lucrativos.

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