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Vem aí uma Quinzena da Caça para apimentar o seu Outono

No Restaurante Museu da Chanfana em Miranda do Corvo

O Restaurante Museu da Chanfana, no Parque Biológico da Serra da Lousã, ex-libris da gastronomia regional, preparara uma apelativa Quinzena da Caça, onde lebre, perdiz e veado são os protagonistas, de 2 a 17 de Novembro.

A Quinzena da Caça será uma autêntica mostra de carnes de caça, que irá permitir uma escolha variada e a experimentação de novos sabores e novos pratos, tentação que facilmente poderá fazer as pessoas cederem ao pecado da gula, ao almoço e jantar, fins-de-semana incluídos.

O Chef Vítor Fernandes propõe a Feijoada de Lebre, a Fritada de Codorniz à Portuguesa, o Arroz de Pato Bravo, um Estufadinho de Perdiz com Cogumelos Selvagens e, quanto ao maior cervídeo da nossa fauna, o Naco de Veado Rosado em Quatro Pimentas, os Mimos de Veado no seu Suco e Pingados de Mel, Lombinhos de Veado Aromatizados em Alecrim e a Farpada de Veado em Caldo de Cerveja Preta. Todos os pratos serão acompanhados por maçã reineta e castanhas.

Trata-se de pratos de esmerada confecção, num Restaurante que é já referência da gastronomia tradicional e não só na imprensa portuguesa, porque "se há lugares onde a modernidade anda de mãos dadas com a tradição, este 'Museu da Chanfana' é um deles", como sublinha o Guia Boa Cama Boa Mesa” do semanário “Expresso”.

Nele pode ainda ler-se que "além de uma vista deslumbrante e retemperante, usa também o que a Natureza dá para confeccionar requintadas iguarias” e “surpreende tanto pelas instalações modernas a que não faltam elegância, quanto pela gastronomia, com pratos típicos da região e outros da cozinha contemporânea".

Manuel Gonçalves Silva, crítico gastronómico da revista "Visão", justifica a sua crítica ao escrever que "sobram razões para lá ir e, entre elas, um bar, sala e esplanada confortáveis e cheias de luz”. Depois de se debruçar sobre a excelência da cozinha praticada, o crítico salienta as sobremesas, "em especial a Nabada de amêndoa ou de noz, o Suspiro da Quinta (massa de profiteroles com gelado, fruta e chantilly) e o Arroz-doce", considerando a Garrafeira "adequada", e o serviço "muito eficiente e simpático".

Também José Quitério, um dos mais reputados e reconhecidos críticos da gastronomia nacional, promotor e conhecer da boa mesa e da qualidade na restauração, não teve dúvidas em escrever na revista “Única”, do jornal “Expresso”, que o Restaurante Museu da Chanfana “está vivo, honrado e recomenda-se”, salientando vários aspectos positivos “desde a eficácia e simpatia do pessoal ao ambiente com amesendação esmerada”.

A partir de uma sugestão sua, o Chef Vítor Fernandes introduziu na ementa o doce conventual Nabada de Semide, com base numa aturada pesquisa de receitas das monjas do Convento de Stª Maria e do acervo municipal.

São motivos de sobra para uma visita outonal à Quinzena da Caça, neste Restaurante Museu da Chanfana, a menos de 10 quilómetros da Lousã e a pouco mais de vinte minutos de Coimbra, onde poderá também aproveitar a sua envolvente verde, em que predominam a natureza e a tranquilidade.

Antes do almoço, para abrir o apetite, ou depois, para fazer a digestão, ao visitante sugere-se um passeio pelo Parque Biológico da Serra da Lousã, para conhecer e contactar os animais selvagens da fauna nacional que o habitam.

Para além de outros inúmeros atrativos, que fazem dele uma referência do turismo do concelho e da Região Centro, já visitado por mais de 110 mil pessoas, afinal o Parque é também um inovador projeto de integração social, premiado e reconhecido a nível nacional e internacional, que dá trabalho e ocupação a deficientes, doentes mentais e desempregados de longa duração.

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