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Unidade de painéis fotovoltaicos instalada permite abertura diária a visitantes

Templo Ecuménico Universalista com energia amiga do ambiente

Perante a inexistência de rede no local onde se situa o Templo Ecuménico Universalista, em Miranda do Corvo, foi instalado um sistema de produção de energia elétrica, através de uma unidade fotovoltaica para energia solar.

Com este sistema de energia, o Templo e o Observatório de Religiões poderão abrir diariamente ao público. Desde a conclusão da obra, o Templo só permitiu a visita a grupos com agendamento prévio.

A solução, que vai permitir a abertura ao público do Templo ainda este mês, foi dimensionada tendo em conta os consumos estimados dos equipamentos instalados e o objetivo primeiro - dotar o Templo de luz elétrica através de fontes renováveis amigas do ambiente.

A instalação é composta por 18 painéis fotovoltaicos de 290wp, colocados a sul, no telhado da casa do guarda, com uma capacidade instalada de 5.222Wp, respetivos grupos de inversores e uma acumulação constituída por 4 baterias de lítio com uma capacidade instalada de 27,2KW/h. Estas baterias, para além de apresentarem uma garantia de 10 anos, permitem 6600 ciclos (carga/descarga), o que torna o sistema sustentável do ponto de vista económico.

Importa referir que este sistema utiliza a mais recente tecnologia de ponta no que se refere às baterias aplicadas, e que foi concebido de forma a permitir uma expansão futura que permita fornecer energia a outros equipamentos que venham a ser instalados, como as eletrobombas para uma fonte orçamental, dedicada a Galileu.

Inicialmente a autarquia tinha assumido a instalação de energia elétrica, mas adiou o processo. Na véspera da inauguração da construção do Templo, em Setembro de 2016, a autarquia veio a atribuir um subsídio à Fundação, para pagar a baixada elétrica que só será concluída este verão pela EDP. Recorde-se que desde que a obra do Templo começou a ter visibilidade, a autarquia mirandense passou a criar dificuldades: embargo da obra e intenção de aplicação de coimas milionárias por se ter arrancado raízes de eucaliptos.

A Câmara para embargar as obras e abrir o processo de contraordenação baseou-se no facto “criminoso” de a Fundação ter mudado a porta do templo e escadarias de acesso da face virada a NW para a face NE, e ter arrancado as cepas dos eucaliptos no terreno. Ao meio dia solar o sol beija/abençoa diariamente o centro do Templo Ecuménico, graças a um pormenor incluído na arquitetura, recordando templos da antiguidade.

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