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Programa do solstício de inverno e visionamento do meio-dia solar

Templo Ecuménico Universalista

Amanhã, 21 de dezembro, promove-se um programa para assinalar o solstício de inverno.

Ao meio dia solar (12h35´) o Sol penetrará no espaço e iluminará o centro do Templo.

Esta sacralização do Templo pelo Sol, no solstício de inverno, recorda espiritualidades e liturgias com milénios em diversas culturas, dos Andes ao Egipto, da Escócia à Escandinávia. Especulações históricas relacionam a data do nascimento de Jesus com o paganismo da adoração solar no solstício de Inverno.

O programa inclui um almoço e uma visita guiada ao recém-inaugurado Templo Ecuménico Universalista em Miranda do Corvo, com visionamento do meio-dia solar pelas 12h35, dentro do Templo.

O Templo ainda só esta acessível a visitas de grupos devendo abrir diariamente na primavera de 2017.

Dentro do Templo encontramos um espaço circular, possivelmente a forma de reunião das primeiras sessões religiosas e espirituais, vividas pelo Homem. É um cilindro encimado por uma abóbada de calote esférica que tem no centro, uma estrela de nove pontas, o maior algarismo (usado como símbolo do babismo). Toda a abóbada em cor azul sugere o céu com pequenas estrelas de onde vem luz. Um rasgo na cobertura permite que, diariamente, o Sol, ao meio-dia solar, crie um ponteiro de luz a iluminar/indicar o centro do Templo. É uma referência aos antigos adoradores do Sol, provavelmente uma das mais primitivas formas de religiosidade.

O Templo faz parte do Trivium constituído por: Parque Biológico que lembra a Igualdade da Vida, o Ecomuseu Espaço da Mente que exige a Liberdade e o Templo que apela à Fraternidade com a Natureza. Espaço que promove a tolerância perante todas as crenças e religiões, este é o primeiro Templo construído com um objetivo ecuménico, universalista, aberto a todos os crentes, de todas as religiões, incluindo ateus. Nesta 1ª fase está aberto para grupos com o mínimo de 10 participantes com marcação prévia e confirmação de disponibilidade. O Templo vai integrar um Observatório de Religiões apresentando 15 diferentes visões espirituais existentes no Mundo e uma síntese da barbárie que os fundamentalismos criaram ao longo de séculos.

O programa inclui ainda almoço no Restaurante Museu da Chanfana pelas 13H.

O Restaurante Museu da Chanfana, em Miranda do Corvo, presta um tributo à gastronomia tradicional assente na carne de cabra velha, de porco e ainda na caça e pesca. Aliada à gastronomia tradicional, surge a importância de uma cozinha contemporânea que privilegia a qualidade e o requinte do serviço e de uma ementa diversificada para paladares exigentes. A gastronomia é testemunho imaterial da história socioeconómica da região potenciando a imagem de Miranda do Corvo como Capital e Berço da Chanfana. Pratos como a Chanfana, Negalhos e Sopa de Casamento, confecionados seguindo a receita genuína e os métodos mais tradicionais, são algumas das experiências gustativas disponíveis. No Restaurante, ex-libris da gastronomia regional e mencionado há vários anos consecutivos no Guia Boa Cama Boa Mesa do Expresso, é também dada grande importância aos pratos tradicionais de carne de porco como o sarrabulho, o bucho e os enchidos.

Para reservas e informações: 239 538 444 e parquebiologicoserradalousa@adfp.pt
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