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Padre João Paulo Vaz visitou a Fundação ADFP, Parque Biológico e Templo Ecuménico

“Acolhimento de refugiados é um ato de coragem”

O Padre João Paulo Vaz, conhecido como “o homem dos sete ofícios”, já que também é músico, escuteiro, “motard”, e Capelão hospitalar, natural de Semide, muito embora lá nunca tenha exercido o sacerdócio, visitou a Fundação ADFP, em Miranda do Corvo, considerando que “o acolhimento de refugiados é um ato de coragem”, dia 9 de janeiro. Tendo como cicerone Nancy Rodrigues, do Gabinete de Imagem e Parcerias, o Padre João Paulo Vaz visitou as principais valências da instituição, que já conhecia desde a sua fundação há 30 anos, onde uma irmã sua esteve a receber Formação Profissional, e como utente no Centro de Atividades Ocupacionais.

Com mais de 10 mil discos vendidos, o Padre “cantor” como é conhecido, que já realizou concertos no Salão de Festas da ADFP, e também na Casa das Artes, está como Sacerdote em paróquias de Pombal, mas não se esqueceu da instituição:

“Já conhecia a instituição desde o seu início, e a ideia que eu já tinha é a de que presta serviços muito importantes em várias frentes, o que é bom para a comunidade, em especial na área social e da deficiência”, afirmou.

Sobre a Fundação ter acolhido refugiados vindos da Síria e do Sudão, considera-o “um ato de coragem e de grande visão, que manifesta o espírito de solidariedade que caracteriza a associação”.

Padre João Vaz está agora a exercer o seu magistério em Pombal, “que é uma freguesia única, com mais de vinte mil habitantes”.

Gravou e vendeu já dez mil discos, foram já 6 editados até agora, o último dos quais há um ano (“Que me falte tudo”); lançou também em novembro de 2017, um livro intitulado “Tu me sabes”, constituído por “pequenas reflexões que ajudam a meditar e a rezar com bom acolhimento”, afirmou.

Após a visita ao Centro Social Comunitário, o Padre João Vaz visitou o Templo Ecuménico Universalista, e esteve no Parque Biológico, tendo almoçado com Jaime Ramos, Presidente do Conselho de Administração da Fundação ADFP, com o Padre Daniel Mateus, Presidente do Conselho Geral, com outros Dirigentes, e ainda com o Padre António Ferrão, Sacerdote no concelho de Miranda.

O Padre João Vaz prometeu voltar ao Templo Ecuménico para, com mais tempo, se inteirar de toda a imensa informação disponível no Observatório de Religiões, tendo considerado importante o facto de a construção não apontar para o sincretismo religioso que desponta nalgumas áreas da população.

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