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O animal do mês de Novembro é a Vaca ‘Marinhoa’ (Bos taurus)

Parque Biológico da Serra da Lousã

O animal do mês de Novembro do Parque Biológico da Serra da Lousã é a vaca ‘Marinhoa’, uma raça bovina autóctone que é necessário preservar, pois a raça constitui um património cultural e genético elevado.

A ‘Marinhoa’ é também conhecida por “gado amarelo” (devido à cor da pelagem) ou por “vaca da marinha”, devido à região de onde predomina. É um animal mamífero, ruminante, artiodáctilo, que possui chifres não ramificados, permanentes e ocos.

A ‘Marinhoa’ possui a sua base geográfica situada na região de Aveiro e nos últimos anos expandiu-se para a zona de Cantanhede, Soure, Figueira da Foz, entre outros locais. É uma raça de planície, caracterizada por uma estatura grande, esqueleto grosso, unhas largas e temperamento calmo. A alimentação é a base de alimentos naturais, como o feno, pastagens... A duração média da gestação é de 287 dias (aproximadamente 9 meses) e as crias, de nome vitelo ou bezerro, nascem com uma média de 50 Kg e são desmamadas com cerca 4 meses.

Antigamente as vacas eram utilizadas para lavrar terras, retirar água dos poços e na arte xávega, onde os pescadores capavam os bois para estes serem mais dóceis e assim puxarem as redes. Hoje em dia estes trabalhos foram substituídas por tratores, não deixando o gado de sere importantíssimo para o homem, pois deles se obtém o leite e a carne, mas também a sua pele e até mesmo os ossos para rações.

Ao longo do mês decorrem algumas atividades relacionadas com o animal, nomeadamente uma breve apresentação da espécie e uma exposição fotográfica, no Centro de Informação. Para visitas de grupo ao Parque, os interessados devem fazer uma inscrição prévia, sem quaisquer custos adicionais, entrando em contacto com o Centro de Informação.

‘Apadrinhe uma Vaca e ajude-nos a construir um futuro melhor para os nossos animais’. O apadrinhamento dos animais do parque contribui para a sustentabilidade social e económica do nosso projeto - a preservação de espécies autóctones e a integração socia

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