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Novos habitantes no Parque Biológico da Serra da Lousã - Cegonhas, gralhas, águias e pombos têm agora nova casa.

Novos habitantes no Parque Biológico da Serra da Lousã - Cegonhas, gralhas, águias e pombos têm agora nova casa.

22 Dezembro 2021 | Atividade Agroflorestal, Fundação ADFP

Novos habitantes no Parque Biológico da Serra da Lousã 

Cegonhas, gralhas, águias e pombos têm agora nova casa 

pombo trocaz

O Parque Biológico da Serra da Lousã, em Miranda do Corvo, contínua de portas abertas para receber visitantes e, recebeu esta semana novos habitantes! Duas cegonhas, uma águia calçada, três gralhas e um pombo-torcaz tem agora uma nova casa após serem considerados exemplares irrecuperáveis para viver na Natureza pelo CERVAS – Centro de Recuperação de Gouveia.  

Estas aves vêm juntar-se às várias aves de rapina que já habitam o espaço como águias de asa redonda, corvos, açores, bufos-reais, milhafres, mochos e corujas. Todas estas espécies têm em comum que não poderiam voltar a viver em estado selvagem pois sofreram traumas e acidentes, maioritariamente por ação humana (cativeiro ilegal, choques com linhas elétricas, etc.).  

O Parque Biológico apresenta na sua coleção as espécies autóctones da fauna de Portugal e, além das citadas, alberga ainda ursos, linces, lobos, veados, javalis e muito mais. Aberto todos os dias das 10h às 17h30, os visitantes têm a oportunidade única de conhecer de perto esta diversidade num passeio pelo meio da serra e da natureza. 

Afirmando-se com uma das principais atrações turísticas da região, o Parque Biológico forma, em conjunto com o Ecomuseu Espaço da Mente e o Templo Ecuménico Universalista, o Trivium e conta já com mais de 355 mil visitantes. O principal objetivo do Parque é a promoção da biofilia e a sensibilização dos seus visitantes para a biodiversidade existente no país e para os fatores que ameaçam a sua sobrevivência. 

Propriedade da Fundação ADFP (FADFP), instituição de solidariedade social sem fins lucrativos com sede em Miranda do Corvo, estes investimentos seguem uma lógica de integração e cerca de 70% dos trabalhadores sofrem de algum tipo de doença, deficiência física ou mental. A instituição apoia mulheres/mães em situação de pobreza, crianças, jovens e adultos com deficiência ou doença mental, idosos doentes em fim de vida, refugiados, pessoas “sem-abrigo”. A FADFP tem vindo a investir nas áreas do turismo e agricultura contribuindo para o desenvolvimento regional e para a sustentabilidade das suas atividades sociais. 

Localizado a menos de 20 minutos da cidade de Coimbra e da belíssima aldeia do Gondramaz, o Parque Biológico é servido por uma unidade Hoteleira – o Hotel Parque Serra da Lousã, e também pelo Restaurante Museu da Chanfana. Também pertencente ao complexo turístico com propósito social, no concelho de Condeixa-a-Nova existe o Conimbriga Hotel do Paço hotel de charme 4 estrelas e o Restaurante Gavius.