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Motor do desenvolvimento na região enfrenta burocracia autárquica

A Fundação ADFP cria emprego direto e indireto

Em 2015/2016 a Fundação está a realizar vários investimentos com várias empresas de construção e equipamentos.

Construções Luciano & Filhos, Lda., Pereira & Lopes-Empresa de Construções, Lda.; Casalda - Sociedade de Construções, Lda., Piclima - Projectos e Instalações de Climatização, Lda., todas de Miranda e Previchama, Lda. da Lousã são algumas das empresas de proximidade a que se associam outras como a Triangulo Toldos de Cernache Bomjardim e a Vieirinox - Henrique Vieira & Filhos SA de Oliveirinha / Aveiro.

Estes investimentos incluem a construção do Templo Ecumênico Universalista, o Museu do Mel, a adega para 20 hectares de vinhas, modernização de equipamento de segurança e construção de piscina aquecida para tratamentos de fisioterapia, no centro social comunitário, melhorias no parque estacionamento do hotel Parque Serra da Lousã, inaugurado em Novembro de 2015.

Estes investimentos garantem emprego contribuindo para a sustentabilidade destas empresas.

Em Agosto de 2015 a Fundação ADFP atingiu os 301 trabalhadores e no verão de 2016 espera passar os 320 trabalhadores. Neste número não se incluem outros colaboradores e prestadores de serviços. Se englobarmos estes outros prestadores e formandos em atividades remuneradas o universo de colaboradores aproxima-se dos 600.

Um outro grande investimento está em curso: a construção do Hospital Compaixão para os vales do Ceira e Dueça.

Concorreram 27 grandes empresas nacionais e o investimento vai ultrapassar os 5 milhões de euros.
Neste momento o júri está a proceder à análise das propostas.

Este esforço da Fundação tem enfrentado vários entraves burocráticos por parte da Câmara Municipal de Miranda do Corvo.

O mais recente e visível foi o embargo das obras do Templo risível parece uma coima aplicada por a Fundação arrancar cepas de eucaliptos para criar uma zona de proteção ao Templo e plantar vegetação autóctone.

Esta punição por uma entidade arrancar eucaliptos e substituir por vegetação espontânea da região tem merecido comentários divertidos e revela o fundamentalismo burocrático da Câmara de Miranda.

Outro investimento exemplar destes obstáculos é uma queijaria e fumeiro artesanal, para produção, criação de emprego para pessoas com deficiência e fins pedagógicos, equipado há anos e que aguarda licença da autarquia num processo arrastado de quase 3 anos.

Só mesmo a Fundação suporta estes obstáculos. Qualquer outra organização sairia do concelho e passaria a investir em municípios que apoiam a criação de emprego sem se especializarem em complicar e criar dificuldades ao investimento.


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