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Moinho de vento da Quinta da Paiva vai estar aberto aos visitantes

No Dia dos Moinhos Abertos e Dia Nacional dos Moinhos

O moinho de vento da Quinta da Paiva, contíguo à área de Vida Selvagem do Parque Biológico da Serra da Lousã, que integra o Ecomuseu, vai estar aberto ao público no Dia dos Moinhos Abertos, 6 de Abril, e no Dia Nacional dos Moinhos, dia 7 de Abril.

Trata-se de uma iniciativa de alcance nacional e ampla divulgação, a cargo da Rede Portuguesa de Moinhos, em colaboração com a TIMS, Secção Portuguesa da Sociedade Internacional de Molinologia e, sobretudo, com os proprietários de moinhos, moleiros, molinólogos e Câmaras Municipais assinantes e apoiantes da Rede.

O moinho de vento da Quinta da Paiva é rotativo e de secção triangular, com 4 velas de pano, e foi adquirido em rio de Galinhas (Almalaguês) e recuperado há onze anos pela Fundação ADFP, proprietária do Parque Biológico. Os visitantes poderão ver o seu sistema de moagem com um casal de mós – a mó dormente que está sempre parada e a mó movente que roda – no interior e, no exterior, as velas de pano através das quais aproveita-se a força motriz do vento. Este moinho integra o Ecomuseu, que possui mecanismos de transformação de produtos agrícolas e de rega tradicionais, aproveitando energias renováveis.

Moinho Abertos, dia 6, tem o objectivo de chamar a atenção dos portugueses para o inestimável valor patrimonial dos nossos moinhos tradicionais, por forma a motivar e coordenar vontades e esforços de proprietários, organizações associativas, autarquias locais, museus, investigadores, monólogos, entusiastas e amigos dos moinhos.

No Dia Nacional dos Moinhos, dia 7, a Rede Portuguesa de Moinhos pretende colocar em funcionamento simultâneo e abrir ao público para acesso livre tantos moinhos quantos for possível em todo o país. Esta iniciativa, que se iniciou em 2007, é anual, nacional e mobilizadora, pretendendo-se com esta ação continuada, atingir um impacto duradouro e reforçado a cada ano na salvaguarda dos moinhos portugueses.

Este dia, além de chamar a atenção para os moinhos tradicionais portugueses serve também para identificar problemas e oportunidades, germinar projetos e ideias, ou mesmo para levar a cabo pequenas beneficiações (limpezas, pinturas, consertos de coberturas, etc.) com a participação de ativistas e visitantes que o pretendam, preservando os moinhos e criando dinâmicas de desenvolvimento em torno deles.

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