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Miranda, o único concelho no distrito ainda sem CLDS 3G

CLDS 3G Trilhos do Futuro de Miranda do Corvo, ainda sem data para iniciar. Sete desempregados e 434 Mil euros à espera.

Este projeto já está a funcionar em todos os concelhos da região sendo o de Miranda o único que ainda não arrancou.


Serão criados 8 postos de trabalho. Sete dos futuros colaboradores estão no desemprego a aguardar que se desbloqueei o processo.


O projeto terá cerca de 434 Mil euros para apoio às diversas atividades de dinamização social. Dinheiro que será gerido pela Fundação ADFP e Misericórdia de Semide, até 31.08.2018.


O novo programa de Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS 3G), de Miranda do Corvo tem como promotor o Município de Miranda do Corvo. A entidade Coordenadora é a Fundação ADFP e como entidade executora, com atividades dirigidas para a população idosa, participa a Santa Casa da Misericórdia de Semide.


Este programa virá dar seguimento ao trabalho anteriormente realizado, pelo projeto CLDS+ “Trilhos do Futuro”, na implementação de uma estratégia concertada de coesão territorial, promovendo a autonomização da população socialmente vulnerável e a capacitação dos agentes de intervenção.


Para isso o Programa CLDS 3G terá foco em três eixos de intervenção direta, nomeadamente do Emprego, Formação e Qualificação; Intervenção Familiar e Parental e Capacitação da Comunidade e das Instituições.


O projeto de Miranda é o único CLDS 3G do distrito de Coimbra ainda sem data prevista para iniciar.


A Fundação ADFP já assinou o termo de aceitação aguardando que os outros parceiros, Câmara e Misericórdia assinem também. Quer a Fundação quer a Misericórdia aguardam há meses que a câmara decida se apoia as duas entidades nas despesas legais com pessoal que não serão comparticipadas pela comparticipação nacional. A demora de uma decisão por parte da autarquia surpreende porque a Senhora Vice-Presidente, Dr.ª Ana Gouveia, comunicou via correio eletrónico à equipa do CLDS que a autarquia iria apoiar. Quer a Fundação quer a Misericórdia anseiam por uma decisão da autarquia para assinar contrato com os sete desempregados e dar início às diferentes ações, evitando o desperdício do dinheiro aprovado.


Segundo informações dos serviços do POISE o atraso ter-se-á devido a questões estruturais da plataforma informática, estando os circuitos de análise inoperacionais.


O Termo de Aceitação foi elaborado com base no parecer, enviado em dezembro de 2015, da Segurança Social de Coimbra, tendo dado entrada na Entidade Coordenadora, Fundação ADFP em 18 de abril.


Atualmente os sete técnicos, que aguardam a sua colocação, estão a passar por dificuldades socioeconómicas uma vez que estão desempregados sem direito a subsídio de desemprego.

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