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Ministro Poiares Maduro conheceu e elogiou a Fundação ADFP

Sessão Solene no Cinema de Miranda do Corvo

Ministro Poiares Maduro conheceu e elogiou a Fundação ADFP E em Sessão Solene no Cinema voltou a dizer não ao Metro Mondego mas garantiu ligação Serpins Coimbra e financiamento europeu. Foi durante a apresentação da Fundação a que preside, na sessão solene no Cinema de Miranda do Corvo, que Jaime Ramos abordou a questão do Ramal da Lousã, com 100 anos e que transportava 1 milhão de passageiros por ano, perante o Ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Poiares Maduro, antes de ser destruído pelo anterior governo, dia 14 de Fevereiro.

Perante uma casa bem composta, Jaime Ramos afirmou que sempre “fomos por uma ligação Serpins Coimbra, sobre carris, de tração elétrica, mas nunca escolhemos nenhuma solução”.

Jaime Ramos passou a palavra para o autarca Miguel Baptista que comparou os 20 anos de estudos sobre a estrada nacional 342 com os 22 anos de estudos da Metro Mondego:

“Era importante uma clarificação urgente com vista a uma solução ferroviária tanto mais que Lousã e Miranda têm sido duplamente sacrificadas, até pela crise”, referiu Miguel Baptista.

Depois Poiares Maduro reafirmou o que dissera antes em Poiares:

“Geraram-se expectativas muito elevadas quanto à criação do metro, o qual, no entanto, não é exequível nem viável, nem víamos bem como conseguir convencer a União Europeia. O que há é uma obrigação do Estado Português para com estas populações, e que será cumprida, mas cujas alternativas estão a ser estudadas pela Secretaria de Estado dos Transportes e pela CCDRC o mais rápido possível, propondo 1 ou várias alternativas auscultando as populações”.

Antes desta sessão solene, Poiares Maduro, Miguel Baptista e as numerosas personalidades e autoridades, foram os convidados de Jaime Ramos para visitarem as valências da Fundação ADFP e visitarem o Espaço da Mente, e o Trivium, no Parque Biológico da Serra da Lousã.

E foi sobre esta visita que Jaime Ramos, Miguel Baptista e Poiares Maduro se pronunciaram.

O presidente da Fundação ADFP, no início da sessão solene falara dos projetos futuros, alguns deles levados a concurso, como o Templo Ecuménico e Universalista, ou o Centro Cívico, Residencial e Social do Ingote. Depois do muito dinheiro gasto pela Câmara de Coimbra no concurso internacional de arquitetura seria lamentável que o projeto ficasse no papel. Jaime ramos acrescentou que um país pobre não se pode dar ao luxo de gastar dinheiro em projetos que não se concretizam. Sobre o Templo universalista recordou que será o primeiro construído de raiz em Portugal e na península Ibérica. Sobre o projeto do Ingote salientou as valências inovadoras que criará é que não existem na região.

O Hotel de 4 estrelas irá abrir na primavera, e a ADFP irá desenvolver um projeto agrícola, com uma adega, uma queijaria e fumeiro e uma suinicultura. “Temos uma grande quantidade de projetos muito fortes para criação de emprego e para garantir sustentabilidade e independência à Fundação, não dependendo só das verbas do Estado e União Europeia”, disse Jaime Ramos. Jaime ramos recordou que em 2014 a Fundação criou 27 novos contratos de trabalho que traduziram um crescimento de 11% e que em 2015 pretende que se continue a criar novos postos de trabalho.

Depois foi Miguel Baptista a dizer que Miranda é “terra solidária e apaixonante” e por isso “é fundamental o trabalho que a ADFP desenvolve desde 1987”, reiterando que “a câmara tem sempre apoiado a Fundação ao longo dos anos, como acontece com o atual executivo”. “São projetos únicos que merecem ser contemplados porque criam emprego para um número significativo de trabalhadores e contribuem para o desenvolvimento do nosso concelho” realçou ainda o autarca mirandense. Poiares Maduro salientou o trabalho da Fundação ADFP e de Jaime Ramos em relação à “coesão social, inclusão e desenvolvimento muito para lá do que imaginávamos, e que merece o nosso total reconhecimento.

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