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“Histórias para os meus avós” apresentado no cinema de Miranda do Corvo

Universidade Sénior da Fundação ADFP lançou livro

A Universidade Sénior da Fundação ADFP lançou o livro “Histórias para os meus avós”, que pretende estimular o gosto pela leitura em ambiente familiar,  dia 21, no cinema de Miranda do Corvo.

 

Trata-se de treze histórias contadas e escritas pelos mais velhos, ilustradas por Jaqueline Moys, dedicadas e dirigidas aos mais novos, permitindo aos avós que têm netos a cargo e não só, desenvolver atividades a partir de histórias de vida e de bons exemplos de outras gerações com elevada vivência.

 

Na apresentação da obra, a autarca mirandense Fátima Ramos disse que a obra era “uma transferência de saber para as gerações futuras, para conduzirem os jovens à esperança”.

 

“Um livro – acrescentou – perdura muito mais no tempo, do que os edifícios quando não são mantidos nem conservados, pelo valor e conhecimento que vai trazer, saberes que existem na Universidade Sénior, que se empenhou para as novas gerações”.

 

O livro nasceu no âmbito das atividades da Universidade Sénior em 2012, ano do envelhecimento ativo e da solidariedade entre gerações mas, como referiu João Pedro Gaspar, co-autor com Cristina Cruz e Ricardo Pocinho do prefácio, o projeto teve início há dois anos:

“Tal como uma árvore deixa as sementes para germinarem aguardou-se pela melhor oportunidade”.

 

Uma criança e alguns dos autores leram depois três histórias muito aplaudidas por uma plateia recheada de crianças.

 

Jaime Ramos, presidente da fundação ADFP e autor do posfácio, aproveitou para agradecer a todos os que tornaram possível a obra, das responsáveis pela Universidade Sénior aos autores das histórias, exprimiu um desejo:

“Pode que ser que um dia sejam as crianças e os jovens a escreverem para os mais idosos, o que seria excelente na lógica intergeracional da nossa instituição”.

 

“Um dos objectivos deste livro – pode ler-se no prefácio - é que se proporcionem espaços de aproximação, aprendizagem e partilha entre duas gerações muito distintas (ou talvez nem tanto), a infância e a velhice, potenciando deste modo a literacia familiar, perpetuando as histórias de infância dos que também já foram crianças”.

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